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mb1Quero o mínimo

Existo menos

Não encontro identidade fiel

Nessa que é a matriz

Quebrá-la em mil cacos.

 

Alimentei com silêncio

A possibilidade de compreensão e me enganei

Se pelo menos

Liberdade caça jeito?

 

Canteiros de beterrabas no meu túmulo.

Chove

Um suco vermelho

E doce

Mata a sede do morto.

Embriaga o morto e, netão, os reflexos das dores passam desapercebidas…

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